A paralaxe cognitiva é “o afastamento entre o eixo da construção teórica e o eixo da experiência real anunciado pelo indivíduo”. Se trata de um fenômeno de auto-engano coletivo, que surgiu na modernidade e que se encontra patente em várias obras de pensadores ou cientistas.
Blog dedicado aos comentários de Perícia e de Direito através dos fatos cotidianos. Tudo que você não conhecia sobre os pontos em comum destas duas ciências você fica sabendo aqui. Escritores: Raphaela Souza, Perita Judicial; Fabíola Corrêa, Administradora e Felype Clarke, graduando em História.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Secularização e Religião
Cavalcante Jordan.
O processo de unificação (ou globalização) do mundo é certamente um dos traços característicos de nossa época. É comum dizer-se que o mundo se converteu numa única aldeia planetária, onde todos os homens e mulheres em certa medida vivem de idêntica maneira. Este processo se dá por uma nova faze do capitalismo, advinda da revolução técnica – cientifica; de um apogeu do liberalismo econômico e da explosão dos meios de comunicação de massa que uniformizaram o comportamento humano. Estamos diante de um mundo sem fronteiras, de livre circulação de mercadorias e de pessoas; um mundo de blocos econômicos, de multinacionais, um mundo cosmopolita.
O processo de globalização sem duvida introduziu mudanças muito profundas na sociedade. Berger (1985) define secularização como “processo pelo qual setores da sociedade e da cultura são subtraídos à dominação das instituições e símbolos religiosos”. Sendo assim, do ponto de vista da religião, temos uma radical separação entre as realidades de domínio publico e aquelas do âmbito da vida privada. A atividade religiosa dos membros de qualquer sistema religioso não determina mais o caminhar da vida da sociedade, como também os âmbitos da cultura, da economia, da política e da comunicação, confinando-se, portanto, aquilo que diz respeito ao individuo em seus aspectos mais particulares.
Interessa-nos ressaltar também que o termo secularização é utilizado tanto para se determinar a libertação do homem moderno da tutela da religião como para definir o processo atual de descristianização da cultura, principalmente nos países de tradição cristã. Basta olharmos a produção das artes, da literatura, da filosofia, para compreendermos que se desenvolve acentuadamente um declínio dos conteúdos religiosos em geral na sociedade.
A secularização moderna inevitavelmente deu origem a um novo ethos, que teve o seu início basicamente com o pensamento dos iluministas, permanecendo, com algumas alterações, na atualidade pós-moderna. O ethos moderno não somente afetou o comportamento dos indivíduos como também as concepções do mundo e as estruturas da sociedade.
Com a destronização dos absolutismos religiosos, o processo de secularização se caracteriza por uma forte onda de relativismo ético-normativo que, por sua vez, manifesta-se em forma de subjetivismo e pluralismo ético.
Pela expressão relativismo ético-normativo entende-se a possibilidade de fundamentar juízos morais diversificados sobre ações divergentes. [...] posto que existe uma multiplicidade de morais, dever-se-á aceitar também uma multiplicidade de fundamentações do juízo moral. (RATZINGER, 2007).
O secularismo contribui para uma concepção subjetivista do juízo moral. Com isso, o juízo moral é verdadeiro pelo próprio fato de provir da consciência. Esta concepção subjetivista contribuiu para a exaltação de outra característica marcante no processo de secularização: o individualismo.
O subjetivismo quase absoluto é uma das características da mentalidade contemporânea, ou seja, o indivíduo é incentivado a buscar em si mesmo os critérios para a verdade do seu comportamento moral. Com isso, o bem e o mal são relativizados, porque dependem do ponto de vista do indivíduo. É a libertação das amarras da moral tradicional.
A secularização desencadeou uma radical mudança no sistema de valores. A verdade liberta de sua fundamentação metafísica e universal fica à mercê do subjetivismo individualista, ela perde sua objetividade e universalidade. Isso provoca uma grave crise de valores, visto que a própria fragmentação do conceito de verdade abriu caminho para um profundo subjetivismo moral (FERREIRA, 2011).
O rompimento com a tradição, uma das características marcantes da contemporaneidade, é um motivo determinante para o surgimento do sistema religioso plural. O indivíduo advertindo em si a desorientação causada pelas respostas não oferecidas pelos avanços da ciência parte em busca não simplesmente de um sentido para o seu existir, mas de um lugar de experiência, onde possa encontrar segurança e paz em meio ao caos da fragmentação cultural. Estamos diante de todo um contexto armado para o ingresso de novas religiosidades.
Devemos considerar também que o pluralismo religioso atua no cenário contemporâneo, em função de um processo, significativamente amadurecido, conhecido como interculturalidade, esta significa a interação entre dois ou mais universos culturais, em um processo muito complexo de relação e distancia, ou de troca e de recíproco interrogar-se, em nível pessoal, comunitário, estrutural e em nível mais profundo da visão de mundo (FERREIRA, 2011).
Não resta dúvida de que o aumento dos processos mercantis globalizantes, operados por instituições transnacionais, no enfraquecimento do controle das fronteiras, o rápido desenvolvimento tecnológico nas comunicações, a livre circulação de pessoas dentro de blocos econômicos, enfim todo o processo de globalização corroborou para a interculturalidade.
No universo religioso plural, a interculturalidade se caracteriza pela busca do dialogo interreligioso, seja como diálogo interconfessional entre os responsáveis e os dirigentes das diversas instituições religiosas, seja como dialogo entre os fiéis, independentemente daquilo que pode ocorrer em outros níveis. Nesse contexto, percebemos a importância de analisar duas situações intrigantes: o “retorno” do sagrado e a questão do mercado religioso(FERREIRA, 2011).
A modernidade conheceu um processo crescente de secularização, em que todos os âmbitos da vida da sociedade foram se afirmando como realidades meramente terrenas, tirando assim a influência do sagrado, do religioso, do transcendental. Uma série de eventos históricos como o advento das cidades, o fenômeno urbano, e outros acontecimentos, contribuíram para a formação de uma idéia fundamental, na qual o sistema religioso na vida das cidades, caso existisse, se confinava ao âmbito privado e não mais publico. A crise de credibilidade na religião é o modo mais evidente do efeito produzido pelo processo de secularização.
Em contrapartida, o recente fenômeno de efervescência da religiosidade, particularmente no cristianismo, faz nos constatar que o secularismo não conseguiu abafar o sagrado. De fato, de acordo com Berger (1985), a secularização conduziu a uma situação de pluralismo religioso justamente porque conseguiu pôr fim aos monopólios das grandes tradições religiosas.
Estamos diante de um paradoxo, de um lado alguns são do parecer de que vivemos em um período marcado pela perda da fé, ou seja, a sedução, provocada pela racionalidade, incentivou o homem moderno ao abandono das crenças. Outros, pelo contrario, conseguiram perceber que esse “encurtamento” do sagrado purificou-lhes a fé. Tal purificação significou espanar da fé aquelas formas místicas e arcaicas, presentes também na experiência da fé cristã.
Podemos, assim, concluir que o sagrado foi colocado à prova em função das grandes mudanças ocorridas na contemporaneidade e, com isso, a religião, ao entrar em um processo de crise de credibilidade, não pôde mais sustentar suas características tradicionais. A secularização forçou urgentes mudanças dentro da religião.
O pluralismo religioso exige, das antigas tradições religiosas uma readaptação para encontrar uma relevância social. Na atualidade, a religião se caracteriza pela sua “privatização”: é uma questão de escolha ou de preferência do indivíduo, carecendo, portanto, de obrigatoriedade em relação à aceitação.
REFERÊNCIAS
BERGER, Peter Ludwig. O dossel sagrado: elementos para uma teoria sociológica da religião. São Paulo: Paulus, 1985.
FERREIRA, Wagner. As novas comunidades no contexto sociocultural contemporâneo. São Paulo: Canção Nova, 2011.
O processo de unificação (ou globalização) do mundo é certamente um dos traços característicos de nossa época. É comum dizer-se que o mundo se converteu numa única aldeia planetária, onde todos os homens e mulheres em certa medida vivem de idêntica maneira. Este processo se dá por uma nova faze do capitalismo, advinda da revolução técnica – cientifica; de um apogeu do liberalismo econômico e da explosão dos meios de comunicação de massa que uniformizaram o comportamento humano. Estamos diante de um mundo sem fronteiras, de livre circulação de mercadorias e de pessoas; um mundo de blocos econômicos, de multinacionais, um mundo cosmopolita.
O processo de globalização sem duvida introduziu mudanças muito profundas na sociedade. Berger (1985) define secularização como “processo pelo qual setores da sociedade e da cultura são subtraídos à dominação das instituições e símbolos religiosos”. Sendo assim, do ponto de vista da religião, temos uma radical separação entre as realidades de domínio publico e aquelas do âmbito da vida privada. A atividade religiosa dos membros de qualquer sistema religioso não determina mais o caminhar da vida da sociedade, como também os âmbitos da cultura, da economia, da política e da comunicação, confinando-se, portanto, aquilo que diz respeito ao individuo em seus aspectos mais particulares.
Interessa-nos ressaltar também que o termo secularização é utilizado tanto para se determinar a libertação do homem moderno da tutela da religião como para definir o processo atual de descristianização da cultura, principalmente nos países de tradição cristã. Basta olharmos a produção das artes, da literatura, da filosofia, para compreendermos que se desenvolve acentuadamente um declínio dos conteúdos religiosos em geral na sociedade.
A secularização moderna inevitavelmente deu origem a um novo ethos, que teve o seu início basicamente com o pensamento dos iluministas, permanecendo, com algumas alterações, na atualidade pós-moderna. O ethos moderno não somente afetou o comportamento dos indivíduos como também as concepções do mundo e as estruturas da sociedade.
Com a destronização dos absolutismos religiosos, o processo de secularização se caracteriza por uma forte onda de relativismo ético-normativo que, por sua vez, manifesta-se em forma de subjetivismo e pluralismo ético.
Pela expressão relativismo ético-normativo entende-se a possibilidade de fundamentar juízos morais diversificados sobre ações divergentes. [...] posto que existe uma multiplicidade de morais, dever-se-á aceitar também uma multiplicidade de fundamentações do juízo moral. (RATZINGER, 2007).
O secularismo contribui para uma concepção subjetivista do juízo moral. Com isso, o juízo moral é verdadeiro pelo próprio fato de provir da consciência. Esta concepção subjetivista contribuiu para a exaltação de outra característica marcante no processo de secularização: o individualismo.
O subjetivismo quase absoluto é uma das características da mentalidade contemporânea, ou seja, o indivíduo é incentivado a buscar em si mesmo os critérios para a verdade do seu comportamento moral. Com isso, o bem e o mal são relativizados, porque dependem do ponto de vista do indivíduo. É a libertação das amarras da moral tradicional.
A secularização desencadeou uma radical mudança no sistema de valores. A verdade liberta de sua fundamentação metafísica e universal fica à mercê do subjetivismo individualista, ela perde sua objetividade e universalidade. Isso provoca uma grave crise de valores, visto que a própria fragmentação do conceito de verdade abriu caminho para um profundo subjetivismo moral (FERREIRA, 2011).
O rompimento com a tradição, uma das características marcantes da contemporaneidade, é um motivo determinante para o surgimento do sistema religioso plural. O indivíduo advertindo em si a desorientação causada pelas respostas não oferecidas pelos avanços da ciência parte em busca não simplesmente de um sentido para o seu existir, mas de um lugar de experiência, onde possa encontrar segurança e paz em meio ao caos da fragmentação cultural. Estamos diante de todo um contexto armado para o ingresso de novas religiosidades.
Devemos considerar também que o pluralismo religioso atua no cenário contemporâneo, em função de um processo, significativamente amadurecido, conhecido como interculturalidade, esta significa a interação entre dois ou mais universos culturais, em um processo muito complexo de relação e distancia, ou de troca e de recíproco interrogar-se, em nível pessoal, comunitário, estrutural e em nível mais profundo da visão de mundo (FERREIRA, 2011).
Não resta dúvida de que o aumento dos processos mercantis globalizantes, operados por instituições transnacionais, no enfraquecimento do controle das fronteiras, o rápido desenvolvimento tecnológico nas comunicações, a livre circulação de pessoas dentro de blocos econômicos, enfim todo o processo de globalização corroborou para a interculturalidade.
No universo religioso plural, a interculturalidade se caracteriza pela busca do dialogo interreligioso, seja como diálogo interconfessional entre os responsáveis e os dirigentes das diversas instituições religiosas, seja como dialogo entre os fiéis, independentemente daquilo que pode ocorrer em outros níveis. Nesse contexto, percebemos a importância de analisar duas situações intrigantes: o “retorno” do sagrado e a questão do mercado religioso(FERREIRA, 2011).
A modernidade conheceu um processo crescente de secularização, em que todos os âmbitos da vida da sociedade foram se afirmando como realidades meramente terrenas, tirando assim a influência do sagrado, do religioso, do transcendental. Uma série de eventos históricos como o advento das cidades, o fenômeno urbano, e outros acontecimentos, contribuíram para a formação de uma idéia fundamental, na qual o sistema religioso na vida das cidades, caso existisse, se confinava ao âmbito privado e não mais publico. A crise de credibilidade na religião é o modo mais evidente do efeito produzido pelo processo de secularização.
Em contrapartida, o recente fenômeno de efervescência da religiosidade, particularmente no cristianismo, faz nos constatar que o secularismo não conseguiu abafar o sagrado. De fato, de acordo com Berger (1985), a secularização conduziu a uma situação de pluralismo religioso justamente porque conseguiu pôr fim aos monopólios das grandes tradições religiosas.
Estamos diante de um paradoxo, de um lado alguns são do parecer de que vivemos em um período marcado pela perda da fé, ou seja, a sedução, provocada pela racionalidade, incentivou o homem moderno ao abandono das crenças. Outros, pelo contrario, conseguiram perceber que esse “encurtamento” do sagrado purificou-lhes a fé. Tal purificação significou espanar da fé aquelas formas místicas e arcaicas, presentes também na experiência da fé cristã.
Podemos, assim, concluir que o sagrado foi colocado à prova em função das grandes mudanças ocorridas na contemporaneidade e, com isso, a religião, ao entrar em um processo de crise de credibilidade, não pôde mais sustentar suas características tradicionais. A secularização forçou urgentes mudanças dentro da religião.
O pluralismo religioso exige, das antigas tradições religiosas uma readaptação para encontrar uma relevância social. Na atualidade, a religião se caracteriza pela sua “privatização”: é uma questão de escolha ou de preferência do indivíduo, carecendo, portanto, de obrigatoriedade em relação à aceitação.
REFERÊNCIAS
BERGER, Peter Ludwig. O dossel sagrado: elementos para uma teoria sociológica da religião. São Paulo: Paulus, 1985.
FERREIRA, Wagner. As novas comunidades no contexto sociocultural contemporâneo. São Paulo: Canção Nova, 2011.
O Estado não pode ser indiferente à autoridade de Deus.
A moral judaico cristã e a necessidade de seus valores.
Com o passar dos anos as sociedades atuais assim chamadas de contemporâneas foram se comportando de uma forma que não existisse Deus. Se pararmos para pensar iremos observa que é inegável a importância de se discutir as relações entre estado e igreja por exemplo.
Há quase dois milênios as duas esferas se relacionaram muito bem seja esse relacionamento de modo pacifico ou por modos de conflitos que poderiam durar anos e anos.
No começo da expansão do cristianismo, podemos vê e tomar como exemplo os imperadores romanos perpetraram uma grande e longa perseguição as pessoas que tomassem uma nova religião. Assim dando inicio a grande dificuldade de uma relação boa entre Estado e Igreja. Mais adiante podemos vê na idade media a “questão das investiduras” que assim colocava de um lado o poder de nomeação da igreja em escolher os seus bispos assim dando total liberdade e do outro lado o poder temporal dos reis.
Só depois do então papa Calisto II e o então imperador alemão Henrique V afirmaram um acordo – dando inicio a primeira concordata formal entre o Estado na pessoa de Henrique V e da igreja Papa Calisto II -, assim a controvérsia seria então superada.
PROBLEMÁTICAS.
1.0 AS DIFICULDADES ENFRENTADAS NO SEC.XX
A igreja vem enfrentando dificuldades ao longo desse século, um dos seus grandes inimigos foi o socialismo que na época estava se difundindo muito rápido, então a liberdade da igreja era ameaçada em varias nações; os seus bens eram confiscados as partes significativas do seu patrimônio foram dilapidadas e varias ainda hoje. Ainda temos comunidades cristãs que se escondem em catacumbas. Temos um exemplo na China onde Estado e igreja tem conflitos que saltam aos olhos humanos.
Urge, antes de qualquer coisa, desmascarar uma ideia que se alastra na nossa sociedade quem tem a moral judaico-cristã recorrente; que os religiosos não devem se intrometer na vida publica da sociedade atual ou como opinar em decisões políticas. Com freqüência nós vemos debatedores pretensamente “esclarecidos” todos usam o mesmo argumento que muita das vezes vem defendendo a laicidade do Estado.
E a igreja prefere ficar no seu silencio quando não a própria sujeição ao poder civil. Assim para sustentar esse pensamento, esse argumento eles usam seus pontos-de-vista, atacam com insistência a era medieval.
A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA AS PROBLEMÁTICAS ATUAIS.
Hoje no sec.XXI sabe-se que a historiografia menospreza muito a igreja e a sua influencia com o passar dos dois milênios de existência assim tachando os gloriosos milênios que nos deu os gênios de Agostinho, Anselmo e Tomas de “idade das Trevas” isso tudo foi ideologicamente formado e confeccionado de uma forma que a igreja aparece como opressora até os tempos atuais.
2.0. AS CONTRIBUIÇÕES DA IGREJA CATÓLICA E DA MORAL JUDAICA-CRISTA.
A contribuição a cerca dos anos foi muito para nossa sociedade, que foi oferecida pela religião cristã, a nossa sociedade civil abrange as mais diretas áreas da atuação humana. “ Onde quer que a igreja tenha penetrado – notava o Papa Leão XVIII -, assim imediatamente podemos ter notado a diferença, a face das coisas e impregnado os costumes públicos não somente com virtudes desconhecidas, mais ainda sim com uma civilização nova” O atual chefe da igreja católica Papa Francisco ressaltou em uma das suas encíclicas Lumen Fidei nº54 que esta verdade histórica, quando se lembrou que “ graças a fé, compreendemos a dignidade única de cada pessoa, que não era tão evidente no mundo antigo” .
Separando absolutamente as esferas civil e religiosa não é só na pratica, irrealizável já que, da mesma forma, não podemos separar nunca as realidades física e espiritual do homem mas teoricamente isso se torna uma coisa inadmissível.
2.1. POR QUE NÃO A SEPARAÇÃO ?
Primeiro, se houvesse essa separação ,como está ocorrendo, ela contraria o próprio direito divino. De acordo com a lição da encíclica Immortale Dei que diz o seguinte; “ as sociedades não podem sem crime comporta-se como se Deus absolutamente não existisse”. Mais que respeita-los devem elas “ seguir estritamente as regras e o modo segundo os quais o próprio Deus declarou ser honrado.” O Estado não pode simplesmente permanecer indiferente à autoridade de Deus, para o qual tende todo homem e por consequência toda a sociedade humana.
Segundo ponto, esta indiferença seria altamente prejudicial a uma própria convivência sendo que nossas leis são regidas por uma sociedade onde os pilares dessa sociedade são a moral judaica-cristã até mesmo sendo prejudicial as pessoas dessa sociedade. Não seria possível dar paz e prosperidade a um império prescindindo da religião. Nas palavras do Papa francisco “só a parti de Deus (...) é que a nossa sociedade pode encontra alicerces sólidos e duradouros”.
O QUE ESTA ACONTECENDO COM O ULTIMO SÉCULO?
Sobre isso o ultimo seculo, se formos verificar, está cheio de sistemas filosóficos malucos, guerras violentas e até mesmo campo de concentração, tem muito que ensinar a contemporaneidade se assim posso usar o termo podendo me referir a nossa sociedade atual, ela lembra – para citar uma sentença de um escritor russo Fiódor Dostoiévski – que “se Deus não existisse tudo seria permitido”. Isso lembra que são baldados de esforços para uma construção de uma moralidade “laica” distante de Deus; quando o homem tenta tira-lo como o centro de sua vida e também da sociedade, colocando ate mesmo como medida ultima de todas as coisas a própria dignidade do homem se esvanece.
As sociedades não podem comportar-se como se Deus não existisse. A Igreja condena o indiferentismo religioso e o laicismo do Estado
Referências
http://www.vatican.va/holy_father/francesco/encyclicals/documents/papa-francesco_20130629_enciclica-lumen-fidei_po.html
Com o passar dos anos as sociedades atuais assim chamadas de contemporâneas foram se comportando de uma forma que não existisse Deus. Se pararmos para pensar iremos observa que é inegável a importância de se discutir as relações entre estado e igreja por exemplo.
Há quase dois milênios as duas esferas se relacionaram muito bem seja esse relacionamento de modo pacifico ou por modos de conflitos que poderiam durar anos e anos.
No começo da expansão do cristianismo, podemos vê e tomar como exemplo os imperadores romanos perpetraram uma grande e longa perseguição as pessoas que tomassem uma nova religião. Assim dando inicio a grande dificuldade de uma relação boa entre Estado e Igreja. Mais adiante podemos vê na idade media a “questão das investiduras” que assim colocava de um lado o poder de nomeação da igreja em escolher os seus bispos assim dando total liberdade e do outro lado o poder temporal dos reis.
Só depois do então papa Calisto II e o então imperador alemão Henrique V afirmaram um acordo – dando inicio a primeira concordata formal entre o Estado na pessoa de Henrique V e da igreja Papa Calisto II -, assim a controvérsia seria então superada.
PROBLEMÁTICAS.
1.0 AS DIFICULDADES ENFRENTADAS NO SEC.XX
A igreja vem enfrentando dificuldades ao longo desse século, um dos seus grandes inimigos foi o socialismo que na época estava se difundindo muito rápido, então a liberdade da igreja era ameaçada em varias nações; os seus bens eram confiscados as partes significativas do seu patrimônio foram dilapidadas e varias ainda hoje. Ainda temos comunidades cristãs que se escondem em catacumbas. Temos um exemplo na China onde Estado e igreja tem conflitos que saltam aos olhos humanos.
Urge, antes de qualquer coisa, desmascarar uma ideia que se alastra na nossa sociedade quem tem a moral judaico-cristã recorrente; que os religiosos não devem se intrometer na vida publica da sociedade atual ou como opinar em decisões políticas. Com freqüência nós vemos debatedores pretensamente “esclarecidos” todos usam o mesmo argumento que muita das vezes vem defendendo a laicidade do Estado.
E a igreja prefere ficar no seu silencio quando não a própria sujeição ao poder civil. Assim para sustentar esse pensamento, esse argumento eles usam seus pontos-de-vista, atacam com insistência a era medieval.
A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA AS PROBLEMÁTICAS ATUAIS.
Hoje no sec.XXI sabe-se que a historiografia menospreza muito a igreja e a sua influencia com o passar dos dois milênios de existência assim tachando os gloriosos milênios que nos deu os gênios de Agostinho, Anselmo e Tomas de “idade das Trevas” isso tudo foi ideologicamente formado e confeccionado de uma forma que a igreja aparece como opressora até os tempos atuais.
2.0. AS CONTRIBUIÇÕES DA IGREJA CATÓLICA E DA MORAL JUDAICA-CRISTA.
A contribuição a cerca dos anos foi muito para nossa sociedade, que foi oferecida pela religião cristã, a nossa sociedade civil abrange as mais diretas áreas da atuação humana. “ Onde quer que a igreja tenha penetrado – notava o Papa Leão XVIII -, assim imediatamente podemos ter notado a diferença, a face das coisas e impregnado os costumes públicos não somente com virtudes desconhecidas, mais ainda sim com uma civilização nova” O atual chefe da igreja católica Papa Francisco ressaltou em uma das suas encíclicas Lumen Fidei nº54 que esta verdade histórica, quando se lembrou que “ graças a fé, compreendemos a dignidade única de cada pessoa, que não era tão evidente no mundo antigo” .
Separando absolutamente as esferas civil e religiosa não é só na pratica, irrealizável já que, da mesma forma, não podemos separar nunca as realidades física e espiritual do homem mas teoricamente isso se torna uma coisa inadmissível.
2.1. POR QUE NÃO A SEPARAÇÃO ?
Primeiro, se houvesse essa separação ,como está ocorrendo, ela contraria o próprio direito divino. De acordo com a lição da encíclica Immortale Dei que diz o seguinte; “ as sociedades não podem sem crime comporta-se como se Deus absolutamente não existisse”. Mais que respeita-los devem elas “ seguir estritamente as regras e o modo segundo os quais o próprio Deus declarou ser honrado.” O Estado não pode simplesmente permanecer indiferente à autoridade de Deus, para o qual tende todo homem e por consequência toda a sociedade humana.
Segundo ponto, esta indiferença seria altamente prejudicial a uma própria convivência sendo que nossas leis são regidas por uma sociedade onde os pilares dessa sociedade são a moral judaica-cristã até mesmo sendo prejudicial as pessoas dessa sociedade. Não seria possível dar paz e prosperidade a um império prescindindo da religião. Nas palavras do Papa francisco “só a parti de Deus (...) é que a nossa sociedade pode encontra alicerces sólidos e duradouros”.
O QUE ESTA ACONTECENDO COM O ULTIMO SÉCULO?
Sobre isso o ultimo seculo, se formos verificar, está cheio de sistemas filosóficos malucos, guerras violentas e até mesmo campo de concentração, tem muito que ensinar a contemporaneidade se assim posso usar o termo podendo me referir a nossa sociedade atual, ela lembra – para citar uma sentença de um escritor russo Fiódor Dostoiévski – que “se Deus não existisse tudo seria permitido”. Isso lembra que são baldados de esforços para uma construção de uma moralidade “laica” distante de Deus; quando o homem tenta tira-lo como o centro de sua vida e também da sociedade, colocando ate mesmo como medida ultima de todas as coisas a própria dignidade do homem se esvanece.
As sociedades não podem comportar-se como se Deus não existisse. A Igreja condena o indiferentismo religioso e o laicismo do Estado
Referências
http://www.vatican.va/holy_father/francesco/encyclicals/documents/papa-francesco_20130629_enciclica-lumen-fidei_po.html
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Medidas que poderiam diminuir a Criminalidade nos Estados
O mês de Maio de 2015 em Belém do Pará teve um aumento da criminalidade de maneira disparada. Ocorre que o maior conflito está nas medidas que o governo está tomando e as atitudes dos marginais no momento de cometer um delito.
Fato é que o que todos mais querem que ocorra é a diminuição desse índice de violência. Queremos sair e voltar pra casa. Queremos ter a possibilidade de usufruir de bens pelo menos de boa qualidade sem medo que todo um esforço venha por água abaixo.
Para isso é necessário que todo brasileiro se esforce para alcançar resultados melhores com o governo. Com essa finalidade deixo a opinião de um dos leitores do blog, Sr. Carlos Souza, servidor público:
"A criminalidade vai diminuir a partir do momento em que houver a redução da maioridade penal, uma vez que com 16 anos já é possível retirar carteira de motorista, é possível votar, então por que não seria possível reduzir a idade penal para que o jovem passe a ver que vai ser penalizado e pode ir para a cadeia responder pelos crimes. Ainda acho que a penalização dos pais com medidas alternativas podem mudar essa visão".
Vejam, a redução da menoridade penal para 16 anos não visa somente a superlotação das cadeias. Não é dessa forma que devemos ver. Devemos ser maduros em pensar como reduzir a criminalidade nos Estados e não complicar com todas as coisas que PODEM acontecer. Especular não é a melhor saída.
Vamos todos criar medidas que mudem o Estado. Comece de dentro de casa a mudar essa realidade.
Vamos todos criar medidas que mudem o Estado. Comece de dentro de casa a mudar essa realidade.
Mulher no mundo do crime!
"Uma mulher foi presa no município de Castanhal, suspeita de tráfico de drogas e corrupção de menores. Erisvanda Pereira Gomes foi flagrada com entorpecentes na própria residência, localizada na vila do Apeú. A prisão ocorreu após os policiais apreenderem dois adolescentes que faziam a distribuição das drogas na região. Em depoimento, eles confessaram que faziam as entregas utilizando a motocicleta de Erisvanda. Uma equipe de policiais foi até a casa da suspeita, onde encontrou 200 gramas de pasta base de cocaína, uma balança de precisão, sacos plásticos para embalar a droga e uma quantia em dinheiro. Ela esta recolhida na delegacia local, aguardando decisão da Justiça".
Fonte: Diário do Pará Online
As mulheres que por muito tempo foram
representadas e representantes da figura pacata, dedicada ao amor romântico e
ao lar, se mostraram escondidas ou abertamente incapazes de cometer crimes.
Muitas mulheres, o tempo todo controladas até por elas mesmas, se revelam
contra um status feminino que lhes fora imposto no decorrer dos séculos, bem
como: contra maus-tratos, contra a submissão e também contra a sua capacidade de
pensar e agir. Ousaram progredir para viver o próprio desejo, sua verdade, a
própria vida de forma que ninguém pudesse se meter.
E é agora que quero destacar a mulher como
autora de atos de violência e não ela como sendo a vítima de várias formas de
opressão, dominação e agressão por abuso físico, psicológico, social e sexual.
A problemática do tráfico de drogas hoje é
crescente, sejam seus autores sociais homens ou mulheres. A entrada feminina no
tráfico de drogas se daria de duas formas principais: por meio de
namorados/maridos bandidos ou de uma forma mais independente. Neste último
caso, embora não se exclua a participação da influência masculina, esta não é
fator determinante da entrada e da continuidade no tráfico.
Mulheres não estão sendo comandadas por chefões
do tráfico para espalhar drogas, elas também estão atuando em crimes como assaltos
e até crimes de homicídio. Dinheiro fácil, ostentação, desestrutura familiar,
falta de políticas públicas com vistas as adolescentes podem contribuir para o
envolvimento dessas mulheres com o crime.
Quase todos os dias nos jornais, aparece
mulheres sendo apreendidas por tráfico de drogas. Destacando-se como
abastecedora/distribuidora, traficante, gerente, dona de boca-de-fumo e
administradora de caixa/contabilidade. Atualmente merece ser mais bem
investigada cientificamente a ocupação, por parte da mulher, de altos escalões
do tráfico de drogas, já que a violência feminina encontra-se cada vez mais
relacionada ao tráfico e que cresce cada dia.
Autora:
Fabíola Corrêa
Administradora
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Aquilo que todos querem que ocorra
Vejam essa notícia veiculada no Jornal Diário do Pará:
Assaltante morre baleado no Umarizal
Quarta-Feira, 27/05/2015, 17:39:54 - Atualizado em 27/05/2015, 18:19:46
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Um assaltante morreu e outro foi baleado, mas conseguiu fugir, na tarde desta quarta-feira (27), após um assalto em um estabelecimento na travessa Almirante Wandenkolk, entre a Doca e Boaventura d
a Silva, no bairro do Umarizal.
“Testemunhas contam que a dupla estava realizando o assalto, quando passou um carro e percebeu a ação dos bandidos, e disparou os tiros. Não sabemos se são policiais ou não. Em seguida eles foram embora. Um dos assaltantes conseguiu fugir, mesmo baleado. O outro chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu”, detalha o sargento Naldomir, da Polícia Militar.
O corpo do assaltante foi removido pelo Instituto Médico legal (IML). A polícia faz buscas pelo segundo assaltante.
(DOL)
O Estado do Pará está dentre os Estados com um alto índice de criminalidade. Em uma semana os jornais não pararam de mostrar reportagens de pessoas que foram vítimas nas mãos de bandidos.
Quando surge uma notícia assim temos duas grandes reações:
1- Alívio por ter menos um agente delituoso
2- Indignação pelo ato que esse agente cometeu.
Vejam, quantas vezes pessoas comuns morrem em mãos de bandidos ou então são vítimas desses agentes quando estes levam seus bens que batalharam para conseguir. Para o bandido é obrigação da população andar com bens de excelente qualidade para agrada-los. Para nós, pessoas comuns, temos que andar com coisas que não nos tragam tanto prejuízo por que sabemos o quanto custa cada coisa que conquistamos.
Um confronto como este fez a população vibrar de alegria quando uma pessoa que traz no peito a frieza morre. É verdade, um assaltante quando morre é motivo de alegria para as pessoas comuns. Tudo bem que para a família do bandido é ofensivo demais a morte de um ente. Mas a família desta pessoa não se coloca no lugar de famílias que perderam entes tão queridos por uma pessoa que não tem a menor capacidade de trabalhar justamente e ganhar seus próprios bens.
É mais revoltante perder um trabalhador do que perder um bandido. Todos tem medo de morrer, mas estes seres não tem medo de matar. Quando são colocados em "corredor da morte" viram crianças inocentes que não sabem o que fazem. Por isso a sociedade tem que reagir contra a violência. Reagir e vibrar mesmo quando alguém tão sem estrutura perde sua vida para si mesmo.
Não há quem proteja o trabalhador. Não há lei que reconheça com dignidade o pai de família que morre. O parente que sai de casa e morre vítima de bandidos. Da pessoa que luta tanto para conseguir seus bens e os tem roubados por alguém tão frio. Chega de perder parentes para o crime. Educação não é mais suficiente. Tem muitos agentes delituosos que não tem mais jeito. Nasceram nesse mundo de crimes e não tem como mudar de pensamento.
Temos que lutar pela diminuição da criminalidade. Não é individualmente. Todos juntos.
1- Alívio por ter menos um agente delituoso
2- Indignação pelo ato que esse agente cometeu.
Vejam, quantas vezes pessoas comuns morrem em mãos de bandidos ou então são vítimas desses agentes quando estes levam seus bens que batalharam para conseguir. Para o bandido é obrigação da população andar com bens de excelente qualidade para agrada-los. Para nós, pessoas comuns, temos que andar com coisas que não nos tragam tanto prejuízo por que sabemos o quanto custa cada coisa que conquistamos.
Um confronto como este fez a população vibrar de alegria quando uma pessoa que traz no peito a frieza morre. É verdade, um assaltante quando morre é motivo de alegria para as pessoas comuns. Tudo bem que para a família do bandido é ofensivo demais a morte de um ente. Mas a família desta pessoa não se coloca no lugar de famílias que perderam entes tão queridos por uma pessoa que não tem a menor capacidade de trabalhar justamente e ganhar seus próprios bens.
É mais revoltante perder um trabalhador do que perder um bandido. Todos tem medo de morrer, mas estes seres não tem medo de matar. Quando são colocados em "corredor da morte" viram crianças inocentes que não sabem o que fazem. Por isso a sociedade tem que reagir contra a violência. Reagir e vibrar mesmo quando alguém tão sem estrutura perde sua vida para si mesmo.
Não há quem proteja o trabalhador. Não há lei que reconheça com dignidade o pai de família que morre. O parente que sai de casa e morre vítima de bandidos. Da pessoa que luta tanto para conseguir seus bens e os tem roubados por alguém tão frio. Chega de perder parentes para o crime. Educação não é mais suficiente. Tem muitos agentes delituosos que não tem mais jeito. Nasceram nesse mundo de crimes e não tem como mudar de pensamento.
Temos que lutar pela diminuição da criminalidade. Não é individualmente. Todos juntos.
O que os desenhos podem esconder e passar despercebido aos bons olhos
Uma pergunta você deve estar se fazendo agora, qual a relação da perícia criminal e judicial com os desenhos animados?
Você já parou para perceber o recado das músicas infantis e o que os desenhos vem apresentando? Esse vídeo que separei explica bem o que quero passar a vocês. Foi extraído de diversos desenhos e postado no youtube.
Qual o cuidado que deve-se ter com as crianças e adolescentes que assistem desenhos?
O Aladim rouba para não passar fome.
As princesas sensualizam e passam a ideia de que há príncipes que aparecerão para realizar todos os sonhos.
Há muita violência, cobiça e instigação aos mais variáveis crimes. Dentre todas as discussões em reduzir a idade penal para 16 anos, em como se diminuir a criminalidade, em o que fazer para ter-se mais segurança na sociedade vem algo muito simples mas cheio de segredos que falta a sociedade ter mais cuidado ao repassar para quem ainda está em fase de aprendizado.
Veja o vídeo. Viu? O vídeo mostra alguns detalhes que não são montagens. Existem mesmo. Vamos que uma criança atenta acata aquilo que o desenho passa e começa a imitar. Exemplo- Uma criança assiste o primeiro filme do Aladim. Vê que o personagem rouba, foge, se esconde, admite que rouba, acha bonito e digno roubar. Essa criança vai para escola, dentro de sala de aula pega coisa alheia de um colega de sala e quando é levado a diretoria justifica sua conduta como sendo algo normal que não tem problema em ocorrer.
Deve haver um maior cuidado e participação dos pais sobre aquilo que seus filhos assistem ou acessam. Lembrando que a fase de aprendizado motora é de 01 aos 10 anos. Para os aprendizados fáticos não há uma idade média, em virtude da forma de cada ser humano lidar com os novos fatos. Para isso temos de se valer de muita paciência e atenção para que um erro trazido pelas más influências dos desenhos não se torne real e prejudicial para a vida de uma criança.
Deve haver um maior cuidado e participação dos pais sobre aquilo que seus filhos assistem ou acessam. Lembrando que a fase de aprendizado motora é de 01 aos 10 anos. Para os aprendizados fáticos não há uma idade média, em virtude da forma de cada ser humano lidar com os novos fatos. Para isso temos de se valer de muita paciência e atenção para que um erro trazido pelas más influências dos desenhos não se torne real e prejudicial para a vida de uma criança.
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